quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Oscar 2020 — Apostas Iniciais


FILME

1. O Irlandês
2. História de um Casamento
3. Parasita
4. Era Uma Vez em... Hollywood
5. 1917
6. The Farewell
7. Jojo Rabbit
8. Dois Papas
9. Adoráveis Mulheres
10. Coringa

a concorrência

Ford vs Ferrari  Um Lindo Dia na Vizinhança • Richard Jewell • Uncut Gems • O Escândalo • Dark Waters • Dor e Glória • A Hidden Life • As Golpistas Nós Star Wars: A Ascenção Skywalker

DIREÇÃO

1. Martin Scorsese — O Irlandês
2. Quentin Tarantino — Era Uma Vez em... Hollywood
3. Bong Joon-Ho — Parasita
4. Noah Baumbach — História de um Casamento
5. Sam Mendes — 1917

a concorrência

Fernando Meirelles — Dois Papas
Greta Gerwig — Adoráveis Mulheres
James Mangold — Ford vs Ferrari
Taika Waititi — Jojo Rabbit
Lulu Wang — The Farewell

ATRIZ

1. Renee Zellweger — Judy
2. Charlize Theron — O Escândalo
3. Scarlett Johansson — História de um Casamento
4. Lupita Nyong'o — Nós
5. Awkwafina — The Farewell

a concorrência

Cynthia Erivo — Harriet
Alfre Woodward — Clemency
Saoirse Ronan — Adoráveis Mulheres
Julianne Moore — Gloria Bell
Constance Wu — As Golpistas

ATOR

1. Adam Driver — História de um Casamento
2. Joaquin Phoenix — Coringa
3. Jonathan Pryce — Dois Papas
4. Antonio Banderas — Dor e Glória
5. Robert De Niro — O Irlandês

a concorrência

Adam Sandler — Uncut Gems
Paul Walter Hauser — Richard Jewell
Eddie Murphy — Meu Nome é Dolemite
Leonardo DiCaprio — Era Uma Vez em... Hollywood
Mark Ruffalo — Dark Waters

ATRIZ COADJUVANTE

1. Laura Dern — História de um Casamento
2. Shuzhen Zhao — The Farewell
3. Jennifer Lopez — As Golpistas
4. Margot Robbie — Era Uma Vez em... Hollywood / O Escândalo
5. Kathy Bates — Richard Jewell

a concorrência

Annette Bening — O Relatório
Penelope Cruz — Dor e Glória
Maggie Smith — Downton Abbey
Florence Pugh — Adoráveis Mulheres
Taylor Russell — Waves

ATOR COADJUVANTE

1. Brad Pitt — Era Uma Vez em... Hollywood
2. Tom Hanks — Um Lindo Dia na Vizinhança
3. Anthony Hopkins — Dois Papas
4. Al Pacino — O Irlandês
5. Joe Pesci — O Irlandês

a concorrência

Willem Dafoe — O Farol
Alan Alda — História de um Casamento
Christian Bale — Ford vs Ferrari
Sterling K. Brown — Waves
Wesley Snipes — Meu Nome é Dolemite

ROTEIRO ORIGINAL

1. História de um Casamento (Noah Baumbach)
2. Parasita (Bong Joon-Ho & Jin Won Han)
3. Era Uma Vez em... Hollywood (Quentin Tarantino)
4. The Farewell (Lulu Wang)
5. Dor e Glória (Pedro Almodóvar)

a concorrência

Uncut Gems (Ronald Brostein & Irmãos Safdie)
O Escândalo (Charles Randolph)
Nós (Jordan Peele)
1917 (Sam Mendes & Krysty Wilson-Cairns)
Entre Facas e Segredos (Rian Johnson)

ROTEIRO ADAPTADO

1. O Irlandês (Steven Zaillian)
2. Dois Papas (Anthony McCarten)
3. Adoráveis Mulheres (Greta Gerwig)
4. Jojo Rabbit (Taika Waititi)
5. Coringa (Todd Phillips & Scott Silver)

a concorrência

Um Lindo Dia na Vizinhança (Micah Fitzerman-Blue, Noah Harpster)
As Golpistas (Lorene Scafaria)
Dark Waters (Mario Correa, Matthew Michael Carnahan)
Richard Jewell (Billy Ray)
Toy Story 4 (Andrew Stanton‎, Stephany Folsom)

FILME INTERNACIONAL

1. Parasita — Coreia do Sul (dir. Bong Joon-Ho)
2. Dor e Glória — Espanha (dir. Pedro Almodóvar)
3. A Vida Invisível — Brasil (dir. Karim Ainouz)
4. Atlantique — Senegal (dir. Mati Diop)
5. Les Misérables — França (dir. Ladj Ly)

a concorrência

System Crasher — Alemanha (dir. Nora Fingscheidt)
Monos — Colômbia (dir. Alejandro Landes)
Beanpole — Rússia (dir. Kantemir Balagov)
And Then We Danced — Suécia (dir. Levan Akin)
It Must Be Heaven — Palestina (dir. Elia Suleiman)

ANIMAÇÃO

1. Toy Story 4
2. Frozen II
3. Como Treinar o Seu Dragão 3
4. I Lost My Body
5. Link Perdido

a concorrência

Abominável
Klaus
A Família Adams
Weathering with You
Another Day of Life

DOCUMENTÁRIO

1. American Factory
2. Apollo 11
3. Honeyland
4. One Child Nation
5. For Sama

concorrência

Diego Maradona
Democracia em Vertigem
The Cave
Maiden
Rolling Thunder Revue + Western Stars

National Board of Review 2019 — Vencedores


Melhor Filme
O Irlandês

Melhor Direção
Quentin Tarantino — Era Uma Vez em... Hollywood

Melhor Ator
Adam Sandler — Uncut Gems

Melhor Atriz
Renée Zellweger — Judy

Melhor Ator Coadjuvante
Brad Pitt — Era Uma Vez em... Hollywood

Melhor Atriz Coadjuvante
Kathy Bates — Richard Jewell

Melhor Roteiro Original
Uncut Gems

Melhor Roteiro Adaptado
O Irlandês

Melhor Filme Estrangeiro
Parasita

Melhor Documentário
Maiden

Melhor Filme de Animação
Como Treinar o Seu Dragão 3

Melhor Elenco
Knives Out

Melhor Atuação Estreante
Paul Walter Hauser — Richard Jewell

Melhor Cineasta Estreante
Melina Matsoukas — Queen & Slim

Melhor Fotografia
1917 (Roger Deakins)

TOP 10

1917
Dolemite is My Name
Ford v Ferrari
Jojo Rabbit
Knives Out
Marriage Story
Once Upon a Time…in Hollywood
Richard Jewell
Uncut Gems

Waves

TOP 5
Filmes estrangeiros

Atlantics
Invisible Life
Pain and Glory
Portrait of a Lady on Fire

Transit

TOP 10
Cinema independente

“The Farewell”
“Give Me Liberty”
“A Hidden Life”
“Judy”
“The Last Black Man in San Francisco”
“Midsommar”
The Nightingale”
“The Peanut Butter Falcon”
“The Souvenir”

“Wild Rose”

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

YESTERDAY (2019)


Boa parte do tempo é o filme com todas as boas intenções que ele quer ser. Gosto da dinâmica, do personagem que quer fazer as pessoas se lembrarem dos Beatles, ao tocar suas músicas, mas se depara com sucesso musical, dinheiro e estrelato. Ri em muitas cenas, gostei bastante dos atores principais (Patel e James), apesar de tudo há um desfecho à altura do romantismo de Yesterday que é, em diversos sentidos, romântico, tanto ao se tratar do amor do personagem principal pelos Beatles quanto na relação de amizade/amor dele com a garota que foi sua primeira fã e, depois, primeira agente. Delicioso acompanhar as reinterpretações de várias canções lindas daquele grupo de 4 garotos que revolucionou a música. O filme pode falhar quando foca demais na estranheza da situação e não se deixa levar pela beleza da sua premissa, mas até nisso há algo de bom, visto que o filme se torna algo nostálgico e, ao mesmo tempo, moderno. E o humor confirma o charme da intenção e também esse romantismo com um pé na nostalgia e o outro no agora, que de certa forma funciona. Danny Boyle dirige o roteiro que tem o nome de Richard Curtis, responsável por alguns dos meus filmes britânicos favoritos. Então eu entendi porque eu gostei. Enfim, é um filme bonito e eu me diverti assistindo, tanto pela música quanto pela história. Cinema britânico de 2019 me fazendo sorrir.

Yesterday
dir. Danny Boyle
★★½

CORINGA (2019)


Coringa se baseia muito em reverter certas expectativas, muito em relação ao humor, que é ambíguo e gera impressões diferentes nos espectadores, quanto em relação ao próprio personagem principal e como ele é construído dramaticamente. Isso foi fácil de observar quando a sessão, em certas cenas, ficou dividida entre quem gargalhava copiosamente e quem assistia sério, ou no mínimo surpreso. Acho que a reação mais recorrente é justamente essa surpresa. E creio que a atuação impecável do Joaquin Phoenix merece reconhecimento justamente por trabalhar emoções tão diferentes e conseguir conciliar a recepção de cada espectador. Da mesma forma que ele lida com todas essas emoções disruptivas, há todo um caos, que é orquestrado numa performance com uma cadência alucinante.

Phoenix domina a tela com uma atuação tão vertiginosa que o filme dificilmente funcionaria da mesma forma sem ela, sem a mesma intensidade que ele empresta ao personagem, sem tudo o que torna seu Coringa tão particular. Aliás, o Coringa aqui é um Coringa nunca visto, despido dos artíficios de vilaneidade, e construído com uma outra face. E o grande desafio para Phoenix era traduzir essas particularidades do novo Coringa.

A comédia se mistura à crueldade, o humor se torna algo feio, ruidoso, contornado pela bizarrice e pelo desconforto. É um retrato amargo da perversidade à qual Coringa acaba canalizando para se vingar de quem o feriu, e usar como instrumento de caos. A comédia não desestabiliza, ela é o motim dos tormentos do Coringa.

Ambientado na América de Ronald Reagan dos anos 80, Coringa é um retrato necessariamente intrigante da monstruosidade, do ponto de vista social e político, mas também de um ponto de vista particular, moral. Muitas cenas incorporam a monstruosidade quando exploram a fragilidade do Coringa em relação à ela. E é através dela que ele se torna, quase que involuntariamente, um símbolo da violência não-sistematizada, da violência como subversão e pertencimento à sociedade. O filme radicaliza sua violência, trazendo à tona uma imagem ambígua, contorcida e miserável de como o Coringa se torna o Coringa. Um vilão da América, made in America. Coringa consegue ser tão expressivo do estado de mal-estar político e, ao mesmo tempo, tão consistente na construção de personagem, na sua desestabilização frágil e externalização revoltada.

Pensei muito em O Rei da Comédia (inevitavelmente) durante a sessão, sem falar que há outras referências a outros filmes. Mas também em Taxi Driver, em Touro Indomável. A influência scorsesiana é latente, mas também se concentra na ligação do filme com a expressividade incorporada no cinema de Scorsese nos anos 70/80, em especial no âmbito social e político de um país atormentado.

Coringa
Joker
dir. Todd Phillips
★★½

POLÍCIA, ADJETIVO (2009)


Polícia, Adjetivo é um dos filmes mais perspicazes e completos do chamado "novo cinema romeno". Porumboiu arquiteta uma crônica sobre o processo policial, envolto em todas as suas burocracias, com um tom que alterna entre um humor contido, irônico e uma seriedade seca, marca do realismo que esse cinema carrega e que integra o olhar que o filme tem sobre seu protagonista: um policial que é designado a prender um adolescente apenas por ele estar consumindo maconha. Ele reluta em fazê-lo por crer que a prisão é desnecessária e será nociva ao adolescente. O filme acompanha os passos da investigação vagarosa que o policial procede, a fim de descobrir se há algum traficante fornecendo a droga para o jovem, e também para livrá-lo do peso de uma infração que, na Romênia, é visto como um grave delito.

O filme se tensiona justamente ao colocar em análise as visões sobre moral, lei, justiça e criminalidade, dando à crônica um tom necessariamente crítico, quando coloca todo o espectro da investigação do policial, capturada com certo tédio e vagareza, em torno de um caso pequeno, que diante daquelas leis absurdas torna-se um problema enorme. Há uma certa ironia nisso também, mas o melhor do filme está na forma como ele exercita seu clima rigído e ao mesmo tempo jocoso, em torno de um senso de ironia que está ali para contradizer a seriedade à qual o filme se entrega em toda a sua extensão.

Porumboiu molda seu filme sem se distanciar muito do que estamos acostumados a ver no cinema romeno, com a habitual inserção de planos longos e demorados, costurados à narrativa com primor, mas com a consistência suficiente que um filme que pretende justamente excomungar o gênero de cinema policial poderia exercitar, com um roteiro aparentemente simples, porém muito denso, e um elenco em sintonia com as propostas do longa. É um filme admirável e um dos meus romenos favoritos.

Polícia, Adjetivo
Politist, Adjectiv
dir. Corneliu Porumboiu
★★★

sábado, 26 de outubro de 2019

OLHOS QUE CONDENAM (2019)


Intenso, revoltante, instigante, esta é "Olhos Que Condenam", a grata produção da Netflix que é uma das melhores coisas que alguém vai poder encontrar no catálogo esse ano.

É a confirmação definitiva de Ava DuVernay como diretora de grandes trunfos, tanto com um cinema ativista, que se dedica a todo instante a narrar as injustiças que o sistema comete contra o povo negro, e imprimindo na tela toda a revolta e os sentimentos de raiva e indignação que permeiam a condição do afro-americano na sociedade dos EUA: a hierarquia racista e xenófoba de uma nação com um passado escravocrata e um presente "branco", quanto na mise-en-scène, que a cineasta soube trabalhar seu material com tamanha habilidade e precisão.

É de certa forma uma sequência ao 13ª EMENDA, que falava sobre o encarceramento da população negra, e como o sistema penitenciário guarda a infeliz herança da escravidão (e da segregação), manifestada em outros moldes nos dias de hoje: a marginalização, a criminalidade, a negação às oportunidades e a prisão. Talvez seja muito simples apenas pontuar isso, mas é algo muito mais complexo, que está enraizado na construção da nação americana.

"Olhos que Condenam" me deixou vidrado... acho que há muito tempo eu não via uma minissérie que me deixasse tão atento assim. E ao mesmo tempo me vi ali junto com os personagens, acompanhando o drama da condenação injusta. A injustiça é sem tamanho e a indignação é recorrente, também há uma necessidade de mostrar o que acontece no interior com esses rapazes, expostos à injustiça e forçados e lidar com o encarceiramento tão novos, como isso se torna um divisor de águas na inocência de adolescentes despreocupados que se tornam criminosos convictos e ganham a atenção da mídia graças a um processo fraudulento, apressado e forjado pela polícia.

O tom de denúncia é latente, e há plena consciência do quanto é forte do que a minissérie se trata, e da importância que ela tem, seja ao trazer para a tela uma história que traz cinco rapazes que são, eles próprios, as provas vivas da injustiça, do racismo e das falhas de um sistema desumano e despreocupado com a real justiça, tanto quanto para configurar uma forte crítica ao governo de Trump, que inclusive é mencionado como tendo proposto à época que os cinco garotos fossem sentenciados à pena de morte por um crime que não cometeram.

Make America White Again? A "América branca" foi construída debaixo do genocídio de indígenas, da escravidão de negros e da violência de conflitos sangrentos. Pra mim essa minissérie também é, essencialmente, um retrato de como a América é colorida por essa violência, na sua história e na cultura do racismo e do preconceito. A violência está fortemente presente porque a opressão das autoridades é a principal marca do sistema ianque. DuVernay traz para este trabalho a tristeza e a indignação, e de alguma maneira o descontentamento com a vileza de um governo que parece assentir com as injustiças que acontecem no país. Há uma urgência, e "Olhos que Condenam" incorpora bem o sentimento do qual a população negra está impregnada: justiça.

Com um elenco admirável, um grupo de atores que estão excelentes e merecedores de reconhecimento, "Olhos que Condenam" merece destaque. E Ava DuVernay merece ser celebrada como uma das melhores cineastas em atividade hoje nos EUA. Essa minissérie é imperdível.

Olhos que Condenam
When They See Us
dir. Ava DuVernay
★★★½

domingo, 22 de setembro de 2019

Aniversário do Blog e Minha Lista Pessoal


O blog está completando hoje cinco anos. Desde então, mudei meu jeito de ver os filmes, de escrever sobre eles, de colocar em palavras minhas experiências, meus contatos com as produções, e as várias paixões que o cinema fez florescer, sendo o cinema ele próprio um grande amor. Neste cinco anos, desde que comecei a comentar sobre esses filmes, amadureci em muita coisa, no estilo de escrever, na maneira de comentar e de observar esses trabalhos, mas sempre encantado pelo cinema. Posso dizer que 2014 foi o ano que vim a me tornar oficialmente um cinéfilo, no momento em que esse blog estava em gestação, muito embora em 2013 eu já estivesse engatinhando nisso, conhecendo filmes e cineastas, acompanhando prêmios, me tornando um amante do cinema. E foi extraordinário, a cinefilia me transformou e acompanhou, também, muitos momentos da minha própria transformação pessoal, de me tornar quem sou. E é por isso que tenho o cinema sempre perto de mim, como um porto seguro.

Em comemoração aos cinco anos que eu estou escrevendo sobre cinema nesse blog, compartilhando minhas experiências e a minha paixão pela arte, publico minha lista dos filmes que eu considero os melhores. Publicarei mais listas daqui em diante, porque essa é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, e que a tarefa de comentar nesse blog tornou uma rotina, mas essa lista em especial, a dos filmes do coração, vem para celebrar o cinema, meu contato com ele e os filmes que, de alguma forma, me mudaram. 


01. Cidade dos Sonhos (David Lynch, 2001, E.U.A.)


02. Aurora (F.W. Murnau, 1927, E.U.A.)


03. Antes do Pôr-do-Sol (Richard Linklater, 2004, E.U.A.)


04. O Portal do Paraíso (Michael Cimino, 1980, E.U.A.)


05. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958, E.U.A.)


06. Gosto de Cereja (Abbas Kiarostami, 1997, Irã)


07. Carol (Todd Haynes, 2015, E.U.A.)


08. 35 Doses de Rum (Claire Denis, 2008, França)


09. Faça a Coisa Certa (Spike Lee, 1989, E.U.A.)



10. Amor à Flor da Pele (Wong Kar-Wai, 2000, China/Hong Kong)


11. Toni Erdmann (Maren Ade, 2016, Alemanha)


12. Edward Mãos de Tesoura (Tim Burton, 1991, E.U.A.)


13. A Dama na Água (M. Night Shyamalan, 2006, E.U.A.)


14. Magnólia (Paul Thomas Anderson, 1999, E.U.A.)


15. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1972, E.U.A.)


16. A Rosa Púrpura do Cairo (Woody Allen, 1985, E.U.A.)


17. Uma Mulher Sob Influência (John Cassavetes, 1974, E.U.A.)


18. O Caçador de Dotes (Elaine May, 1971, E.U.A.)


19. Menina de Ouro (Clint Eastwood, 2004, E.U.A.)


20. Pai e Filha (Yasujiro Ozu, 1949, Japão)