- First Cow (Kelly Reichardt)
- Joias Brutas (Josh & Benny Safdie)
- Asako I & II (Ryusuke Hamaguchi)
- Retrato de uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma)
- Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (Eliza Hittman)
- Os Miseráveis (Ladj Ly)
- Má Educação (Cory Finley)
- Adoráveis Mulheres (Greta Gerwig)
- Dragged Across Concrete (S. Craig Zahler)
- O Caso Richard Jewell (Clint Eastwood)
- Você Não Estava Aqui (Ken Loach)
- Roubaix, Une Lumière (Arnaud Desplechin)
- Transtorno Explosivo (Nora Fingscheidt)
- Peterloo (Mike Leigh)
- O Paraíso Deve Ser Aqui (Elia Suleiman)
- O Oficial e o Espião (Roman Polanski)
- O Preço da Verdade (Todd Haynes)
- Um Lindo Dia na Vizinhança (Marielle Heller)
- Entre Facas e Segredos (Rian Johnson)
- A Despedida (Lulu Wang)
- Honeyland (Tamara Kotevska & Ljubomir Stefanov)
Critério:
Filmes com ano de lançamento de 2018 a 2020, vistos nesse ano de 2020.
Muitos filmes deixaram de ser lançados e os cinemas estiveram fechados boa parte do ano, mas mesmo assim não faltaram filmes bons, e a gente deu um jeito de interagir com o cinema (e é isso que importa). Contou também que nesse ano tão bagunçado o cinema talvez tenha ficado em segundo plano, o que não diminuiu sua força. É só dar uma olhada nos filmes dessa (e de qualquer) lista.
Uma nota sobre a quantidade de filmes que levam a direção (e co-direção) feminina: mais filmes dirigidos por mulheres significou maior variedade de temas e pontos de vista diferentes, mas também maiores presença e afirmação da mulher nas telas, algo que é muito caro nos nossos tempos. É bom ver que tantas obras de mulheres se destacando assim fortalece a pluralidade, não só da indústria mas das próprias produções.





